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by Ana Matos

Desenho simplificado de uma borboleta azul com asas abertas sobre fundo preto.

Ser enfermeira

Ana Matos: Descobre a minha história e como o meu percurso como enfermeira enriquece o meu caminho como analista de Human Design através do autoconhecimento

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Hiperatividade e défice de atenção ou traquinices e falta de paciência?

Descobre como o Human Design ajuda a compreender a hiperatividade e défice de atenção, promovendo equilíbrio, foco e aceitação das diferenças energéticas

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Entre tristeza e apatia

O “não me apetece” passou a rotina. A tristeza e apatia também. Sinto que as pessoas em geral se habituaram a um estado dito normal de mau estar, já nem sabem porquê ou o que fazer para mudar.

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O desafio de ser a dois

O Human Design pode transformar a terapia a dois, ajudando o casal a compreender as suas energias e a criar uma relação mais consciente e harmoniosa

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Damos aquilo que somos

A vida fez de mim uma ouvinte e observadora. Adoro observar o comportamento humano, principalmente quando algo corre menos bem. A reação das pessoas à adversidade diz muito delas.

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Preço e Valor

Sinto que tenho uma excelente relação com o dinheiro. E isso só acontece porque lhe dou o devido valor.

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As minhas Pessoas

Nos últimos anos aprendi a valorizar o que chamo de amizades de baixa manutenção.

Relação ou conexão, seja ela de que tipo for, que seja leve, recíproca e sentida.

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Resoluções

Parar por si só, devia ser uma resolução.

Adoro a ideia de um novo começo. É como se esta energia nos dissesse “podes começar de novo e fazer melhor”

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Controlo

Podemos cuidar das nossas escolhas, atitudes e intenções, mas aceitar que o resto faz parte do fluxo da vida.

Controlar menos não é desistir, é aprender a caminhar com mais presença, flexibilidade e humildade diante do inesperado.

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Quando o offline é o novo luxo

O offline devolve-nos algo essencial: presença real. E talvez por isso, seja o novo luxo. Não porque todos o possam ter, mas porque poucos se permitem escolhê-lo, sem culpa, sem justificação e sem medo de ficar para trás.

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O Poder das Palavras

Que possamos entender com consciência que “voz” queremos manifestar. E se não for uma voz de amor, entusiasmo ou incentivo, que seja no mínimo uma voz de constante respeito e tolerância

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